O desenvolvimento do filme documentário Enron: Os Mais Espertos da Sala baseado no best-seller de 2003, livro de mesmo nome publicado
pela Fortune, dos jornalistas Bethany
McLean e Peter Elkind, um estudo de um dos maiores escândalos empresariais da
história Americana.
Traz como capa
[clique nas imagens para ampliar]
Um pôster feito para o DVD que organiza as imagens em blocos de significado. Mostrando claramente do que se trata o documentário, nas bordas do pôster temos números que do lado direito sobem e do lado esquerdo descem, o que faz referencia a queda das ações da Enron na bolsa de valores. Dentro da arte temos a imagem da logo da Enron que é trazida em tamanho maior dando maior significância, já que a mesma é o principal assunto a ser tratado durante o documentário, mas pode-se perceber que a marca vem como plano de fundo e que a mesma está impressa numa folha de papel picotada – como todos os documentos comprobatórios das irregularidades cometidas pela Enron foram destruídos, informação mostrada durante o próprio filme.
Logo abaixo a frase “The Smartest Guys in the room”
(Os Mais Espertos da Sala) introdutória para a foto que vem em seguida, a foto
se refere aos protagonistas do escândalo e estes aparecem em ordem de
importância, sendo que o destaque é Kenneth Lay, CEO e presidente da Enron, que
numa foto extremamente bem escolhida, para a ideia que a capa pretende
comunicar, onde o mesmo aparece com um ar de deboche e/ou superioridade. Lay esteve à frente da organização de 1985
até sua renúncia em 23 de janeiro de 2002. A sua direita está Jeffrey Skilling
que por alguns meses em 2000, também foi executivo-chefe (CEO) da Enron. E a
sua esquerda Lay tem Andrew Fastow que serviu como diretor financeiro da Enron.
Junto da foto dos executivos da empresa temos imagens do parece ser
funcionários e acionistas comemorando o que seria o sucesso Enron. Outros elementos são trazidos
como não menos importantes para efetivar a comunicação pretendida. Como por
exemplo, os referenciais circenses mostrando que a história da Enron se
transformou num circo, no sentido de que tudo virou uma trama teatral, onde neste
caso, os espectadores (funcionários e sociedade americana) não tem importância
para o tecer da trama.
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